O ozônio é um gás atmosférico azul-escuro que se concentra na estratosfera, região situada entre 20 e 40 quilômetros de altitude. A camada de ozônio possui cerca de 15 quilômetros de espessura e funciona como um escudo que protege a Terra dos efeitos de algumas radiações solares.
A camada de ozônio, constituída há cerca de 400 milhões de anos, permitiu o desenvolvimento da vida na Terra ao impedir a passagem de grande parte da radiação ultravioleta do Sol. Nas últimas décadas, no entanto, a poluição atmosférica vem reduzindo concentração de ozônio, ocasionando os chamados “buracos”. Na verdade, não são buracos, mas regiões em que a camada de ozônio torna-se mais fina. O “buraco” sobre a Antártida chega a atingir uma superfície tão grande como a dos Estados Unidos.
Quanto mais estreita for a camada de ozônio, mais os raios ultravioleta do Sol atingem a Terra, causando entre outras conseqüências para o ser humano, queimaduras, aumento dos casos de câncer de pele, catarata e fragilização do sistema imunológico. Para o meio ambiente, redução das colheitas, degradação do ecossistema dos oceanos, com redução da pesca.